SABOR DE MABOQUE - NDAPANDULA MAMA ÁFRICA

SABOR DE MABOQUE - NDAPANDULA MAMA ÁFRICA

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Cadê o Brasil africano?

Palestra da escritora Dulce Braga para aproximadamente 300 alunos e 40 professores da escola municipal EMEB Professora Marina de Almeida Rinaldi Carvalho na cidade de Jundiaí/SP

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Palestra no Colégio Conhecer


O livro infantil NDAPANDULA MAMA ÁFRICA-Obrigada Mãe África, foi adotado em mais uma escola.
Na semana passada sua autora, a escritora Dulce Braga, esteve em Valinhos no Colégio Conhecer , conversando com as crianças  e autografando os livros, no encerramento do projeto de adoção da obra.



sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Livro Ndapandula Mama África em Portugal

O livro infantil NDAPANDULA MAMA ÁFRICA-Obrigada Mãe África, nas mãos carinhosas da excelente professora Ana Isabel Pires Oliveira, em Alcobaça(Portugal), sendo utilizado como instrumento de um projeto importante e muito abrangente: alimentação saudável.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Por um Brasil melhor



Um dos temas que abordo nas palestras que faço em escolas, é o respeito a todas as religiões.
No começo do ano fui convidada para participar da feira do livro de um colégio católico e a escola me pediu que fizesse 2 palestras para 2 grupos de crianças com idades entre 7 e 9 anos.  O tema como sempre foi África, Brasil colônia, escravatura, e toda a riqueza étnica e cultural com que os escravizados presentearam a nação tupiniquim.
Apesar de estar num colégio onde a religião católica é matéria curricular, não me furtei de enfatizar, a umbanda e o candomblé, como importante legado religioso dos africanos, que infelizmente ainda hoje enfrenta preconceitos.
A palestra foi relativamente longa, para a tenra idade dos ouvintes, mas surpreendentemente interativa. Questionadores, ao final da minha dissertação, tiveram que ser interrompidos pois o tempo havia esgotado completamente e pais e transportes coletivos já os aguardavam.
Após muitas fotos, autógrafos, beijos e abraços, sob o olhar atento das professoras, todos foram saindo em alegre alarido.
Encostada à mesa de apoio onde estava meu material, admirava aquele delicioso burburinho quando, senti um toque suave na parte de trás de minha perna.
Uma linda menina, com uma longa cabeleira negra muito cacheada adornada com um fita larga multicolorida, chamava minha atenção para dizer algo. O som das outras crianças ainda era alto e ela nitidamente não estava disposta a falar alto fosse o que fosse que me quisesse dizer.
Assim que me coloquei de cócoras à sua frente, com os olhinhos muito brilhantes e a voz cheia de excitação ela me disse:
-Mamãe e papai vão no terreiro de umbanda
Dizendo isto colocou o dedinho indicador sobre os lábios, me pedindo segredo, e saiu correndo para se juntar aos coleguinhas.
Obrigada linda menina, por confiar em mim!
Prometo-lhe que continuarei a dedicar algumas horas de meu escasso tempo, por um Brasil melhor onde, entre outras liberdades e respeitos, poderá bradar sua religiosidade sem constrangimento.
Só através da educação construiremos um país mais livre e justo para todos os brasileiros.




domingo, 18 de setembro de 2016

É bom saber...



É muito bom saber que existem escolas, de reforço escolar, sérias e com resultados surpreendentemente positivos  como a ENSINA MAIS !!!

Cadê o Brasil africano-III?


                 
                                                            *
A lei brasileira  10639 de 2003, tornou obrigatório o ensino da história e da  cultura afro-brasileira nas escolas públicas e particulares, do ensino fundamental ao ensino médio.
Com isso se busca a ressignificação e valorização cultural das matrizes africanas que compõem  a diversidade cultural brasileira. A abrangência da aplicação desta lei é enorme e o principal viés dela  é certamente o esboroamento do preconceito e da descriminação racial. 
Parabéns às escolas e aos professores que a cumprem !
Obrigada pelos convites para participar desse projeto através de minhas palestras intituladas: CADÊ O BRASIL AFRICANO?
                                                           *
                                                    

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Obrigada pela lição !

Mensagem enviada hoje, ao programa da Fátima Bernardes (Rede Globo), pelos índios da tribo Kaftéia, que gravaram com o grande ator Domingos Montagne, morto por afogamento ontem no rio São Francisco: 
“Por que estão querendo trazer a alma dele de volta? Ele nasceu de novo hoje. Ele se tornou um novo protetor do rio São Francisco, que estava tão esquecido. Porque esse rio não pode morrer. A novela contou todos os mistérios do rio e esse é mais um deles. Mas ele se tornou um ser de luz, pois a água não tira a vida, ela dá a vida. Fiquem felizes pela alma dele, pois quando ele entrou no rio se despediu do corpo e alma, nasceu em um mundo melhor. Algum dia os brancos irão entender isso. Então, temos que fazer um ritual para que os brancos entendam e sejam fortes, pois ele está bem. Ele agora é um protetor do rio São Francisco”

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Cadê o Brasil africano-II?- Escola Cristiano Volkart

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A escritora Dulce Braga, brincando de descobrir a África brasileira com crianças de 8 a 10 anos da Escola Estadual Cristiano Volkart.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Voltei para casa mais calórica de físico, de alma e de conhecimento!

(foto real e autorizada pelo senhor Nicanor)

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Um domingo cinzento com garoa a refrescar o amanhecer, convidava-me a trocar a cama pelo sofá da sala de televisão.
Assim teria sido não fosse eu ter-me deitado com o firme propósito de ao levantar-me ir caminhar no parque que tanto gosto e há muitos domingos não recebia minha visita.
A intenção nem era hercúlea. Seis voltas ao redor do lago, completariam minha meta de 6 quilômetros e me permitiriam saborear sem culpa o pastel frito na hora na feirinha dominical de produtos orgânicos, onde sou freguesa habitual.
O pastel não falhou e até o saboreie com uma companhia maravilhosa mas a minha meta foi abortada no meio da segunda volta pela voz de um senhor que, sentado num banco de frente para o lago,  me perguntava:

-Filha já viu que lindo está o lago hoje com esta neblina a esconder os patos e as capivaras?

Em minha caminhada, já  havia cortado momentaneamente sua vista do lago, passando rapidamente na grama que separava, o banco onde ele se acomodara e o lago e até já tinha percebido e me deliciado com aquela imagem incomum em Campinas àquela hora da manhã, mas a doçura daquele convite, convidou-me a sentar e conversar com aquele homem de 98 anos.
Sentados num banco com o lago à nossa frente, alguns frequentadores domingueiros que como eu não se atemorizaram com as previsões meteorológicas, alguns patos, capivaras e galinhas de Angola como testemunhas, fui ouvindo extasiada 90 anos da história da cidade onde eu vivo há 40, pontilhada aqui e ali com sua experiência profissional como engenheiro químico.
Obrigada senhor Nicanor pela aula de história de Campinas e pela companhia na degustação de nossos pasteis, que foi partilhada a 3, com a chegada de sua filha que fazia sua caminhada enquanto nós conversávamos.
Voltei para casa mais calórica de físico, de alma e de conhecimento!

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Abraço inesquecível !



Há 6 anos que faço palestras relacionadas com o tema: "Cadê o Brasil africano?"
Já as proferi em livrarias, feiras de livros, clubes e escolas, muitas escolas.
Quando sou convidada para ir a escolas, falar sobre o tanto que há de África no Brasil,  fico sempre com certa apreensão quando a faixa etária que me espera é baixa. Nessas não é tarefa fácil cativar a meninada e atrair sua atenção por 90 minutos.
A avaliação das crianças é em tempo real, com absoluta sinceridade, sem margem de erro nem qualquer tipo de maquiagem.
Felizmente acúmulo algumas pérolas de emoção que inevitavelmente me deixam com a voz embargada e os olhos marejados.
Ontem assim que acabei a palestra numa escola, antes mesmo de desligar a imagem do power point,  um menino se levantou da carteira, correu na minha direção e me abraçou fortemente enquanto me dizia baixinho:
"Tia não vou deixar você ir embora"

Ps: obrigada Renata por registrar este momento inesquecível.


sábado, 27 de agosto de 2016

Rosas ou batatas ?



Ainda na adolescência li um livro que me impressionou muito e do qual guardei para sempre as imagens que fui criando ao longo da leitura. A obra, intitulada Pássaros Feridos, ambientava-se na Austrália, onde queimadas, poeira, cangurus e um delicioso romance desfilavam a cada capitulo por um lindo roseiral. Não sei se essas rosas eram tão presentes ou se meu precoce fascínio por flores lhe deu uma importância superlativa, mas há 2 anos atrás decidi ter minha própria plantação.
Ganhei as primeiras 3 mudas de uma colega de trabalho e a doação deve ter sido feita com muito amor, pois pegaram e floresceram rapidamente. A generosa doadora, também me ensinou a podar e a fazer novas mudas, com as hastes que sairiam da poda.
Há cerca de 3 meses atrás recebi também dela um vídeo que circula na internet, com uma incrível e estimulante aula sobre como usar batatas para plantar roseiras. Em resumo enfia-se a haste que sobra da poda numa batata e planta-se essa batata hasteada numa mistura básica de terra. Simples assim!
Dias depois, ao chegar a casa, encontrei-me com Tião meu jardineiro e em conversa com ele sobre algumas mudanças que faríamos no jardim, peguei o celular e mostrei-lhe animadíssima o vídeo incrivelmente didático, que nos levaria a proliferar o roseiral.
Incrédulo, mas humilde diante de minha excitação, aceitou o desafio.
Na última quarta-feira ele me esperava com um sorriso maroto no portão do jardim:
-Bom dia Dona Dulce
-Bom dia Tião. Aconteceu alguma coisa?
-Dona Dulce, roseiras novas não sei se a senhora vai ter, mas batatas vai ter muitas.
-Batatas Tião? Como assim?
Segui-o até ao jardim para ele me mostrar uma fileira de hastes de roseiras ainda sem qualquer broto, mas circundadas em seus pés por pujante rama de batata.
Minhas gargalhadas diante daquela imagem deixaram-no à vontade para conjecturar:
-Dona Dulce, será que vai dar batata com cheiro de rosa?


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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Cadê o Brasil africano?- Escola Cristiano Volkart

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Deliciosamente envolvida por aproximadamente 60 crianças, de 6 e 7 anos, brincando de descobrir a África brasileira

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Cadê o Brasil africano?-Livraria da Vila

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E foi assim no dia 24/07/2016, no evento da Livraria da Vila, quando brincámos de descobrir um pouco do tanto que há de África no Brasil

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domingo, 10 de julho de 2016

Cadê o Brasil africano-colégio Pio XII?

Cadê o Brasil africano que tantos anos, fiquei sem o perceber e tão pertinho de mim estava todos os dias neste país continental?
Forte, alegre, colorida, sonora, étnica, saborosa, mistica e cultural, África pulsa forte em terras tupiniquins.
Em 2010, quando terminei de escrever o livro Sabor de Maboque, senti um grande alivio, uma verdadeira catarse, um expurgo de muitas mágoas e perdas. Foi a cura da alma.
Um marco na minha vida que me fazia prever um período de calmaria para meu espirito inquieto. 
Não foi assim.
O Sabor de Maboque trouxe a impressa, os amigos queridos da infância e adolescência de Angola  há tanto tempo ausentes fisicamente, o carinho imenso de incontáveis leitores conhecidos e desconhecidos, inúmeros autógrafos em lançamentos nacionais e internacionais do livro, adoções em escolas e palestras, muitas palestras para crianças e adolescentes.
Foi para me preparar para estas palestras que mergulhei em pesquisas sobre a África brasileira e ao descobri-la tão forte, bonita e importante, impulsionou o parto de mais um livro, o infantil: Ndapandula Mama África-Obrigada Mãe África".
Um tributo de gratidão por tudo o que África presenteou ao Brasil, e daí o "Obrigada" no titulo, apesar da escravatura ter sido o veiculo para tal.
Assim começou um novo ciclo de minha vida.
Hoje entremeio meu trabalho como empresária no ramo de confecções com palestras em escolas onde ajudo crianças e adolescentes a responderem a pergunta: Cadê o Brasil africano?
E quando me perguntam o  porquê deste meu empenho, a resposta é simples: não dá para entender o Brasil sem conhecer toda  essa influencia e só há uma maneira de esboroar o racismo que é dando o merecido valor a toda a contribuição  dos escravos e escravizados na formação e desenvolvimento deste enorme país.








quarta-feira, 6 de julho de 2016

Cadê o Brasil africano? - Férias na Vila

Venha ouvir as histórias da escritora Dulce Braga e brincar com ela para descobrir um pouco do tanto que há de África no Brasil. 
Evento gratuito para crianças na Livraria da Vila(Shopping Galeria)no domingo dia 24/07 às 15:00h




segunda-feira, 6 de junho de 2016

Ah como sou ínfima...


Ainda atônita, não só pelo que vi durante o tornado que arrasou parte da cidade onde vivo mas também,  pelas imagens que hoje transmitem em todos os veículos de comunicação, vou me sentindo cada vez menor.
A grandeza, fúria, imprevisibilidade, agilidade e capacidade de destruição da natureza deixa-me irrefutavelmente de joelhos diante de minha pequenez.

domingo, 5 de junho de 2016

86ª Feira do Livro de Lisboa


Este ano Dulce Braga, a autora do livro Sabor de Maboque-A Magia Africana, não pode estar na 86ª Feira do Livro de Lisboa, mas sua cria tem a honra de estar entre os destaques deste mural que decora o stand da Dinalivro  (pavilhões B66, 68  e 70), até dia 13 de junho, onde o livro pode ser   adquirido.



sábado, 28 de maio de 2016

Trabalhar assim não cansa!

Um jardim ainda verdejante graças às chuvas generosamente abundantes do último verão, a acolhida calorosa de um ou outro bem-te-vi, o chilrear de tantos outros passarinhos vez por outra abafado pelas alegres e estridentes maritacas, céu de um azul que transborda luminosidade, o conforto simples e incomparável de uma  rede, temperatura triscando os 20 graus...trabalhar neste escritório não cansa nunca ! 
Pena que só aos finais de semana tenho direito a este luxo...

sábado, 2 de abril de 2016

Xiuuuuuuuuu ....


Xiuuuuuu....por favor...
Não digam ao meu jardim que é outono.
Deixem-no pensar que é primavera .



domingo, 6 de março de 2016

Que espetáculo !

Quando hoje, ao por do sol, achei que tinha aprisionado  o astro rei 
Descobri que era eu que estava acorrentada ao espetáculo. 


domingo, 28 de fevereiro de 2016

Meu Jardim ...

http://youtu.be/icHpcam6L28
Perdão Machado de Assis, mas minha paixão pela tua prosa, ficou momentaneamente ofuscada pela trilha sonora que invadiu meu jardim. 
Melhor que reler Memórias Póstumas de Brás Cubas, só mesmo fazê-lo num domingo preguiçoso, deitada numa rede, à sombra de uma frondosa mangueira, com este delicioso fundo musical .


sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Porque hoje é 20 de novembro


           ( foto do Google)

Porque hoje é 20 de novembro, dia que homenageia a raça negra. 
Nunca fui fã dos "dias de" porque todos eles devem ser dias de todos os pais, mães, crianças, índios, amarelos, brancos, negros, vermelhos, da natureza, dia de animais irracionais,  mas já que foram instituídos reflitamos no de hoje especificamente. 
Sem conhecermos a forte influência dos negros na formação do Brasil não poderemos entender a história, a origem e a cultura deste país. 
Sem essa consciência  seremos sempre uma frágil árvore gigante.


terça-feira, 10 de novembro de 2015

XÔÔÔ dor de barriga !!!



Sentada na fileira  17 passei todo o voo (entre Campinas e BH)  rumo a Cayenne, via Belo Horizonte e Belém, rezando para que 3 quaisquer passageiros entre a fila 1 e 14 não levantassem simultaneamente para ir ao banheiro localizado no fim do avião .
Isto porque, poucos minutos antes da decolagem,  uma funcionária do serviço de terra da companhia aérea Azul  entrou no avião, que apesar de já ligeiramente atrasado ainda se encontrava de portas abertas, e pediu que pelo menos 3 passageiros da fileira 15 para trás se mudassem  para a frente pois, caso contrário por motivo de balanceamento, a aeronave não poderia decolar.
Eu que com tanto critério e excitação tinha na véspera à noite escolhido minha leitura de bordo, entre a dúzia de exemplares que repousam na mesinha  de cabeceira aguardando vez no meu limitado tempo,  não consegui ler uma única página. Permaneci vigilante todo o voo, não fosse  o avião cair por conta de algum distúrbio  gastro intestinal que acometesse mais de 3 passageiros da parte da frente do avião.



sábado, 7 de novembro de 2015

Juntas, Dulce Braga e Alessandra Ribeiro Martins, agora em francês


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É muito bom olhar para a quarta capa do NDAPANDULA MAMAN AFRIQUE-MERCI MÈRE AFRIQUE, agora para minha alegria e tenho certeza sua alegria também Alessandra, traduzido para o francês, e saber que você embarcou comigo neste projeto em que homenageamos a África brasileira.
Esse Brasil africano tão importante e essencial para que possamos entender o próprio cerne da cultura, da língua, da gastronomia, da musica, da religiosidade e da própria raiz e formação do povo deste imenso Brasil.
Axé, Alessandra Ribeiro Martins, lider da Comunidade Jongo Dito Ribeiro, mulher inteligente, culta, de fala doce e ações firmes, é com muita honra que, na próxima semana, autografarei nosso livro durante 9º Salão do Livro de Cayenne (Guiana Francesa)





quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Vous parlez français Martha Clemente?


Tenho certeza que Martha, a querida amiga e ilustradora do meu livro NDAPANDULA MAMAN AFRIQUE-MERCI, MÈRE AFRIQUE, se deliciará com a surpresa de ler o texto, agora em francês, que originalmente escreveu em português.

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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

9º Salão do Livro de Cayenne (PART II)


Será aqui, no SALON DU LIVRE de Cayenne (Guiana Francesa), que em breve estarei e onde  minhas duas crias literárias ganharão identidade francesa.
Lá elas serão: LA SAVEUR DU MABOQUE-UN PARFUM D'AFRIQUE
                       e
                       NDAPANDULA MAMAN AFRIQUE-MERCI, MÈRE AFRIQUE

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terça-feira, 3 de novembro de 2015

9º Salão do Livro de Cayenne (PART I)

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Há pouco tempo atrás recebi este lindo convite:

"Prezada Senhora,
Temos a honra de convidá-la a participar da nona feira de Cayenne (Guyana francesa), organizada pela Associação Promolivres, a qual ocorrerá do dia 11 até 14 de novembro de 2015.
Como escritora, desejamos que a Senhora possa participar das assinaturas de suas obras em cafés literarios, palestras e encontros com o publico tais como os estudantes em  locais e/ou estabelecimentos escolares.
Nós a acolheremos com grande prazer na feira que tem como tema « literatura e esporte » e como convidado especial o Brasil.
Nossa Associação assume todas as despesas de transporte, hospedagem e refeições.
Na espera da sua resposta a nosso convite, queira receber nossas saudações guyanesas."

Breve estarei  em território europeu na América do Sul.
Estranha afirmação esta, não é?
Mas não há nada de errado nela.

Meus  livros, Sabor de Maboque e Ndapandula Mama África, foram traduzidos para a língua francesa e serão lançados no 9º Salão do Livro de Cayenne, a capital da Guiana Francesa,  com os títulos, respectivamente:

LA SAVEUR DU MABOQUE-UN PARFUM  D’AFRIQUE 
e
 NDAPANDULA MAMAN AFRIQUE-MERCI, MÈRE AFRIQUE

Território ultramarino francês, tem como língua oficial o francês e o euro  é sua moeda.
O  país, que já foi território  holandês, inglês e espanhol ,  é definitivamente um pedacinho da França  na América Latina desde 1817, quando pelo tratado de Viena   os portugueses devolveram o território, também lusitano por vários anos,  aos franceses.
A história deste departamento ultramarino francês, único território latino americano da União Europeia, se mistura, aos descobrimentos europeus, à escravização de povos africanos e à  histórias tristes de presídios,  para onde foram levados muitos presos políticos franceses. Políticos e não só, como o famoso assassino Papillon.

Lá estarei por alguns dias, e entremearei os eventos literários com visitas a escolas onde,  com agradável surpresa, acabo de saber que o ensino da língua portuguesa é levado muito a sério.

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domingo, 4 de outubro de 2015

GELEIA DE MABOQUE-deliciosamente exótica



Fogão, tacho de cobre, uma porção de maboques fruto da generosidade anual de um leitor amigo e algumas colheradas de açúcar, resultaram numa casa deliciosamente perfumada e as papilas gustativas em polvorosa .
O sabor?
DELICIOSO !!!

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Obrigada Marina !



No lançamento do livro Ndapandula Mama África-Obrigada Mãe África autografei com enorme carinho um exemplar para uma amiga que esperava seu primeiro neto Benjamin.
Em tempos de ecografia 3D-4D, onde  a nitidez da imagem do bebê ainda no útero materno chega a permitir comentários do tipo: “tem o nariz igualzinho ao da mamãe”, fiquei surpresa quando,  poucos meses depois de ter autografado o livro, recebo a noticia que Benjamin poderá até ser um projeto futuro, mas agora quem havia chegado era  uma linda e encantadora menina, meio australiana meio brasileira, chamada Juma.
E foi da terra dos cangurus que hoje chegou este lindo presente para mim:
Juma, entretida e atenta às páginas do livro Ndapandula Mama África-Obrigada Mãe África, que é seu por direito, embora esteja autografado para um certo Benjamin, que poderia ter sido mas não foi.
Quem sabe um dia será e até já será história antes de ser gente...



sábado, 29 de agosto de 2015

Ser sua mãe é um presente do universo!

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Não vejo a hora de abraçar você bem apertadinha filha e espevitar aquela emoção fantástica que senti quando o obstetra  colocou você sobre meu peito ainda envolta pelos líquidos de meu corpo e aquecida pelo calor de meu ventre.
Obrigada Gabi por esta sensação unica e maravilhosa de plenitude!!!
Hoje faz 30 anos que o universo me presenteou com a benção de ser sua mãe e, apesar de senti-la sutilmente todos os dias, é bom ter uma data especial para relembrá-la com mais intensidade.

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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Um mimo que recebi hoje


Obrigada António!
Quase 6 anos depois de ter publicado a primeira edição do livro Sabor de Maboque, é muito gratificante e emocionante receber mensagens como esta, que veio hoje da França onde vive:

" Oi Dulce! Acabei de ler o teu livro ( desculpa se te incomoda que te trate por tu mas sinto-me tão próximo de ti depois da leitura!) Parabéns pela bela narração que fizéste dessas gentes que somos nós e dessa juventude a que chamarei sempre "generosa" a que pertencemos. É um balanço fiel do que foram as nossas vidas no coração de Angola! Agradeço toda essa minúcia de factos, fotos e costumes. Foi como se eu estivesse lá! Até na parte romanceada se revivem situações como se fossem nossas. Há quarenta anos atrás estava a atravessar a rota do fim do mundo entre Menongue e a fronteira norte da Namíbia. Fiquei estacionado na terra de ninguém durante três meses na borda do deserto do Namibe. Também lá havia maboques mas não eram comestíveis. Felicitações pelos teus sucessos pessoais e profissionais. É gratificante constatar quão profícuos foram os ensinamentos das famílias que nos geraram e dos estabelecimentos que nos enquadraram: servem em todo o Mundo! As peripécias do internato fizeram-me lembrar o ano de 1967: nesse tempo, o Colégio Nossa Senhora da Paz não admitia que qualquer rapaz entrasse pelo estabelecimento. Pois bem eu fui lá! O Fernando, o Bento e eu fomos convidados pela Soeur Henri para animar récita do Colégio com o nosso trio musical. Foi um sucesso. A partir daí os Maristas passaram a poder participar na Festa de fim de ano escolar das Madres. Qual é o próximo projecto de livro? Estou ansiosamente à espera de mais! Abraço fraterno! António"



quinta-feira, 30 de julho de 2015

Uma vírgula no meu dia...


                                 
                                                                            
Ah...como anseio pelas virgulas de meus dias!
Como esta, que quebra as horas de sol pela metade, permitindo que eu venha a meu jardim e em meio a ameno inverno tropical, de céu provocadoramente azul, consente-me a veneração desta orquídea, confortavelmente hospedada à sombra da mangueira* que plantei há 20 anos atrás.
                                        


terça-feira, 14 de julho de 2015

Honraria:Sabor de Maboque ganha o selo do PNL- Plano Nacional de Leitura


Este ano, no dia 21 de outubro, minha primeira cria literária, “Sabor de Maboque”, completará 6 anos. Foram dias de muitas e fortes emoções, encontros* e reencontros, palestras, lançamentos, comemorações, prêmios, eventos literários, entrevistas para jornais, rádios e TVs, milhares de exemplares vendidos e depoimentos emocionantes, emocionados e carinhosos de leitores recebidos de muitos países. Dentre eles me lembro de alguns que chegaram de Portugal, Brasil,  França, Canadá,  Estados Unidos,  Luxemburgo,  Bélgica,  Alemanha,  Angola,  Moçambique, Macau, China, Japão, Tailândia, Alaska, Itália, México, Espanha, Grécia. Gente que, como eu, viveu essa história e se sentiu catarseado ao lê-la ou simplesmente se emocionou por saber que ela foi real.
Mas o que terá me levado, 3 meses e alguns dias antes do aniversário “Sabor de Maboque”, a esta retrospectiva?
Uma mensagem muito especial, que recebi hoje da editora portuguesa Dinalivro, com a imagem  da capa da edição portuguesa  contendo uma pequena grande alteração me deixou em estado de graça e reflexão.
O “Sabor de Maboque” ostentará a partir de hoje em sua capa uma linda joia: o selo do PNL- Plano Nacional de Leitura.
Tal honraria é conferida aos livros avaliados por um grupo de trabalho, constituído por especialistas, que elaboram a lista de obras, que como citam em sua página oficial na internet tem: “qualidade de conteúdo, estética e revisão gráfica queconsideram adequadas aos diferentes níveis de competência e interesses da massaleitora e que potencia a educação do gosto e o amor à Lingua Portuguesa”
O PNL- PlanoNacional de Leitura é uma iniciativa do Governo, da responsabilidade do Ministério da Educação, em articulação com o Ministerio da Cultura e o Gabinete do ministro dos assuntos Parlamentares.
Obrigada PNL e obrigada aos leitores com quem faço questão de partilhar esta honraria, pois sem vocês certamente o “Sabor de Maboque” não teria alçado voos tão lindos e tão altos.

domingo, 28 de junho de 2015

Será mesmo João de Barro?

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Hoje, caminhando num enorme parque próximo à minha casa, onde milhares de árvores e centenas de postes de iluminação poderiam servir de alicerce para os João de Barro erguerem suas casas, descubro um surpreendente condomínio delas.
Uma até arquitetonicamente  audaciosa com seus dois andares, e todas alojadas nas traves de madeira de um único poste, me fizeram recordar uma inesquecível frase da aula de antropologia na faculdade:

A necessidade de nos mantermos unidos a outros seres humanos não é um capricho ou um desejo individual, é uma questão de sobrevivência orientada pelo instinto e referendada pela razão.

Será mesmo João de Barro?

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terça-feira, 12 de maio de 2015

Ndapandula Mama África-Obrigada Mãe África na Casa de Angola de Lisboa



Que lugar seria mais apropriado para apresentar esta minha cria?
Espero vocês lá para conversarmos sobre a grande e importante influencia de África no Brasil.
Vamos descortinar juntos a África brasileira na gastronomia, na musica, na dança, na etnia e na linguística e saber porquê Angola é o principal berço desse Brasil africano.


Entrevista da escritora Dulce Braga à Rádio Antena 1(Portugal)

Clique aqui para ouvir a entrevista:

Portugueses no Mundo

domingo, 10 de maio de 2015

Dia das mães completo é assim!!!



Hoje, dia das mães no Brasil, acordei com meus dois filhos sobre mim, ainda adormecida na cama, com um sonoro PARABÉNS  e um lindo ramalhete de flores.
Minha crias literárias não deixaram por menos e, me presentearam com estas fotos na página da Rádio Antena 1 que, anunciam uma conversa entre mim e a simpática Alexandra Madeira.

Amanhã na Rádio Antena 1 (portuguesa), por volta das
7h15 e das 9h45 (horas de Portugal Continental), terei uns minutos de conversa com a simpática Alexandra Madeira
Para seguir pela net: www.rtp.pt - opção RÁDIO e opção Ouvir Emissão Antena 1
A conversa fica depois disponível em Podcast na página internet da RTP -www.rtp.pt
E também no Facebook em:
https://pt-pt.facebook.com/Antena1PortuguesesNoMundo
Ilcéi MirianMarthaMônicaRoseSandraVera, estas foram as fotos escolhidas de minhas páginas pela rádio, para a divulgação da entrevista.


quinta-feira, 7 de maio de 2015

10ª Semana Africana-Santarém/Portugal


Dia 19 de maio participarei da 10ª Semana Africana na cidade de Santarém em Portugal.
Santarém foi conquistada pelos portugueses em 1147 e foi lá que em 1520 morreu e foi sepultado o fidalgo, navegador e comandante militar Pedro Alvares Cabral, que 20 anos antes de sua morte havia descoberto o Brasil.
Confiram no filme que postei abaixo vários detalhes da linda cidade de Santarém, inclusive do tumulo de Pedro Alvares Cabral na Igreja da Graça.


Teatro Sá da Bandeira onde estarei dia 19 às 17:00h esperando por vocês
Rua João Afonso nº 7
2000-055




quarta-feira, 6 de maio de 2015

Carinho de leitora !

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Há dias assim que a gente acorda pra ser mais feliz!
Hoje entre as mensagens privadas que recebi na minha página do facebook havia uma, de uma leitora,  que vinha de Portugal com um carinho muito especial.
Dizia ela:

"Olá Dulce. Estou interessada em adquirir os livros, "NDAPANDULA MAMA ÁFRICA" E "SABOR DE MABOQUE.". Pretendo saber se pode envia-los pelo correio com cobrança postal. 
Obrigada., e parabéns pelo seu trabalho. 
Já li o Sabor de Maboque, mas emprestei e fiquei sem ele. 
Como para mim é um tesouro, faço questão de os ter novamente. 
Um abraço. 
Ana Paula  

Obrigada querida Ana Paula e, como já lhe disse em minha resposta, vou ficar torcendo para que nos possamos encontrar em um dos vários eventos literários dos quais participarei, em Portugal, na segunda quinzena deste mês.
Vou adorar receber seu abraço e entregar-lhe pessoalmente minhas duas crias.
Até breve

terça-feira, 5 de maio de 2015

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Sementes em terra fértil e cuidadas com esmero dão excelente colheita.


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Neste meu amado Brasil, onde o poder publico tão pouco valoriza e tão mal remunera seus mais importantes construtores do futuro do país, os professores, é emocionante ver e apreciar com enorme admiração o trabalho de alguns deles.
Nestes últimos 5 anos tenho feito várias palestras em escolas publicas dentro e fora do Brasil. Se por um lado não há como comparar o aparato dos prédios, das carteiras, das salas de informática e de tudo enfim o que alguns  governos europeus através de generosos recursos financeiros colocam à disposição de suas escola, por outro lado fico extasiada com  a dedicação vocacional do corpo docente de algumas escolas publicas brasileiras.
Com tenacidade sacerdotal,  professores, diretores, orientadores e demais funcionários, educam e ensinam com esmero, apesar dos parcos salários e não menos irrisórios recursos administrativos, ao ponto de se desdobrarem em criatividade para arrecadar fundos através de  rifas e festas com a nobre finalidade, entre tantas outras carências, de aumentar o acervo de livros paradidáticos da biblioteca.
Assim é a Escola Estadual Professor Carlos Tancler de Indaiatuba, onde tive o prazer de palestrar, observar e reverenciar o trabalho belíssimo de todo o corpo docente.
As fotos acima foram me enviadas hoje pela professora Sandra Pegoreti, que com o apoio da diretora Vera Darwiche e demais professores, desenvolve um projeto de releitura e reilustração de meu livro NDAPANDULA MAMA ÁFRICA-Obrigada Mãe África.
OBRIGADA  pela emoção com que  me presentearam!
Sementes em terra fértil e cuidadas com esmero dão excelente colheita.

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